segunda-feira, 28 de março de 2016

Para a aula do dia 04/04 - sala 315


A aula do dia 04/04 será na sala 315 na Escola de Arquitetura. Todos devem postar nos blogs a reflexão sobre a rede de relações entre os objetos discutindo a lógica programática e devem estar familiarizados com o SketchUp (trazer eventuais dúvidas).

- Assistir os 4 vídeos tutoriais do SketchUp que se encontram no menu "Getting Started" em: 
  • Part 1 - Ferramentas básicas e métodos de navegação;
  • Part 2 - Criação de uma casa com mais detalhes (incluindo as ferramentas offset e follow-me);
  • Part 3 - Criação de espaço interior usando limites de referência, copiando objetos, adicionando pequenos detalhes e pintando superfícies;
  • Part 4 - Criação de uma mesa introduzindo grupos e componentes.
Para aprofundar no uso das ferramentas, no mesmo link para os 4 video tutoriais tem mais 24 tutoriais específicos sobre as ferramentas.

- Realizar passo a passo 3 Self-paced Tutorials do SketchUp. Para estes tutoriais necessita-se ter o SketchUp instalado e fazer o download dos arquivos das páginas:

Sobre aula do dia 31/03

Vamos nos encontrar às 7:30 na Praça Cidade do Porto, entrada do Parque dos Mangabeiras (bairro Serra). A Praça está no encontro da Avenida Bandeirantes com a Rua Trifana.




Para ir de ônibus:
- Ônibus 2102 (em vários pontos na Afonso Pena e na esquina do Ibis, na Rua Rio Grande do Norte, ao lado da Escola). Descer no segundo ponto da Rua Caraça (esquina do Mercado Epa). Dalí são três quadras até o ponto de encontro.
- Ônibus 4102 ou 4107 (vários pontos da Afonso Pena). Descer no primeiro ponto da Rua Capivari. Dalí são cinco quadras até o ponto de encontro. 

Levar material de desenho e os croquis feitos na dinâmica na Praça da Liberdade. Além disso, todos os alunos já devem ter postado no blog o exercício sobre as relações entre os objetos (ver postagem abaixo).

quarta-feira, 23 de março de 2016

Repensando as relações entre os objetos (lógica do objeto e programática)

Propomos o exercício de duas abordagens discutidas em sala: a lógica do objeto (de John Chris Jones) e a programática (de Vilém Flusser). Para isso, solicitamos que todos repensem as relações que foram articuladas entre o seu objeto e pelo menos mais dois outros na aula do dia 17/03.
Os objetos foram apresentados a partir de uma relação de representação subjetiva (apresentando o sujeito ou uma característica do sujeito que o trouxe), e a rede de relações entre os objetos acabou seguindo uma lógica também subjetiva, na maior parte das vezes finalística (apresentando as possibilidades de conexão entre os objetos a partir dos desejos de transformação subjetiva - "eu sou como o objeto x, e gostaria de ser um pouco mais como o objeto y") e algumas vezes causal (apresentando possibilidades de conexão a partir de explicação subjetiva de causa-efeito - "o objeto x, que me representa, pode desencadear algo no objeto y, que representa algo subjetivo de outro colega"), mas em nenhum caso programática (incorporando o acaso na relação "objetiva" entre os objetos).
A proposta para repensar a rede de relações entre os objetos (os mesmos objetos relacionados na aula do dia 17/03) tem por objetivo (meta-objetivo, na verdade) o exercício de uma narrativa estrutural (pensando a relação entre os objetos como meio, cujo potencial é aberto, e não como fim ou produto acabado). Para isso propomos o foco na lógica do objeto (e não do uso) e na possibilidade de articulação programática (tendo como horizonte a possibilidade de incorporação do acaso). Lembramos que não tem certo e errado, não é um exercício trivial (demanda tempo de reflexão e maturação das ideias), precisa do engajamento de vocês (apostando no exercício e testando possíveis construções visando avançar para além da finalística e da causalística como produtos, ainda que possam ser usadas como recursos para tentar chegar na programática). É um exercício de imaginação radical para que a partir de uma rede de relações já estabelecida entre os objetos vocês tenham como grande desafio imaginar possibilidades programáticas (e não meramente finalísticas ou causalísticas).

Pensem nas cartas do baralho - a ideia não é descrever um jogo específico usando as cartas, mas descrever a(s) possibilidade(s) que vocês conseguem ver nas cartas enquanto meio (estrutura) para futuros conjuntos de regras que possam vir a surgir. A pergunta é mais ou menos a seguinte: como podemos ser criativos a partir de interfaces (estruturas) dadas? Pensem na rede de conexão entre os objetos como uma estrutura que pode abrir potencial para novas articulações (como o baralho e não como um jogo específico). Para John Chris Jones o baralho (conjunto de cartas) está ligado à lógica do objeto, enquanto um jogo específico (conjunto de regras para usar o baralho) está ligado à lógica de uso.

Sejam inventivos, pois esse exercício vai ajudar muito na proposição do objeto interativo (o próximo trabalho na escala do objeto).

Para Flusser o mundo é programático (vivemos na pós-história). E isso aparece em muitas postagens antes da aula do dia 21/03. Contudo, o nosso objetivo agora é exercitar a programática para além de mero reconhecimento de sua onipresença em todas as nossas atividades. Ainda que a programática esteja presente na rede de relações estabelecida entre os objetos (seja pela aleatoriedade da sua disposição na mesa, seja pela presença de acasos na escolha dos objetos, seja pela possibilidade de acasos na vida em geral), as pessoas usam muito pouco a lógica programática para desenhar suas ações ou para entender o mundo. Via de regra, lançamos mão das lógicas finalística e causalística, predeterminando e fechando as possibilidades futuras (que obviamente estão sujeitas ao acaso, mas o acaso não é previsto). O exercício aqui proposto pretende ampliar as possibilidades de pensarmos em criar estruturas assumidamente abertas ao acaso, lançando mão da programática. A re-leitura das relações entre os objetos, considerando possibilidades de abertura dessa estrutura já estabelecida, deve servir de ponto de partida para que vocês ampliem a imaginação a partir da lógica programática.

segunda-feira, 21 de março de 2016

Referências da aula - 21/03

- Espaços culturais: Sesc Palladium, Centoequatro, Palácio das Artes, CCBB, Inimá de Paula e Casa Fiat de Cultura, Viaduto Santa Tereza, Teatro Espanca!, Espaço Comum Luiz Estrela, Galpão Cine Horto, Cine Theatro Brasil Vallourec
- John Chris Jones
- Luis Miguel Wisnik - Sem Receita

Atividades para segunda - 28/03

A aula será realizada na Praça da Liberdade. Vamos nos encontrar às 8:20, no Coreto.

- ler o livro Lições de Arquitetura de Herman Hertzberger
- levar 4 croquis da escola: 2 internos (1 e 2 pontos de fuga) e 2 externos (1 e 2 pontos de fuga)
- levar material de desenho
- repensar as relações entre os objetos trazidos na aula passada sob a perspectiva do objeto e não do sujeito e tendo no horizonte a programática e não a finalística ou a causalística (vejam post específico sobre isso).

quinta-feira, 17 de março de 2016

Prova do Hertberger - 28/03, na Praça da Liberdade

A prova sobre o livro Lições de Arquitetura, que será realizada no dia 28/03 na Praça da Liberdade, pretende avaliar se os alunos introjetaram os conceitos discutidos por Hertzberger. O objetivo é não só entender os conceitos, mas trazê-los para espaços do cotidiano. Para isso cada aluno deverá analisar a Praça da Liberdade percebendo-a a partir das categorias conceituais de Hertzberger. Espera-se que todos desenvolvam um texto analítico sobre a praça, mostrando domínio dos seguintes tópicos: 

  • Forma convidativa;
  • Urdidura e trama;
  • Polivalência, flexibilidade e funcionalidade;
  • Articulação entre o público e o privado;
  • Irregularidades;
  • Gradações de demarcações territoriais.
Sobre o procedimento da prova:
  • A prova deve ser escrita (podendo ser complementada por diagrama ou outro recurso gráfico), em no máximo duas páginas A4;
  • Apenas o livro ou fotocópia do livro poderá ser consultado durante a prova.

Critérios para avaliação das provas:



Conceitos
Critérios
E - 50 a 59
não domina os conceitos, parece não ter lido o livro e faz uma análise muito superficial do espaço escolhido sem aplicar os conceitos, ou usando os termos de forma equivocada.
D - 60 a 69
não domina os conceitos mas demonstra que leu parcialmente o livro e analisa parcialmente o espaço escolhido usando alguns dos conceitos, ainda que superficialmente, mas na direção correta.
C - 70 a 79
demonstra que leu o livro e entendeu os conceitos, mas a análise do espaço escolhido é superficial.
B - 80 a 89
demonstra que leu o livro, entendeu os conceitos e consegue fazer uma análise clara do espaço escolhido usando os conceitos.
A - 90 a 100
demonstra que além de ter lido o livro, entendido os conceitos e ser capaz de analisar o espaço usando os conceitos de forma clara e aprofundada, ainda propõe alguma inovação.

Referências da aula - 17/03

- Le Corbusier, Frank Gehry, Lina Bo Bardi, Álvaro Siza, Glenn Murcutt, Cedric Price, Rem Koolhaas, Lebbeus Woods, Archigram e Superstudio
- Documentário "Sketches of Frank Gehry" e terceira parte do documentário "The secret life of buildings". Importante entender a perspectiva do próprio arquiteto e posturas críticas de sua obra.
- Texto "Além da representação: possibilidades das novas mídias na arquitetura" - Ana Paula Baltazar

Atividades para segunda - 21/03

- Ler o texto Nosso Programa, de Vilém Flusser
- Escrever um parágrafo a partir da rede criada em torno do seu objeto, repensando as relações feitas além da lógica finalística e causal, em direção à lógica programática, no sentido flusseriano.



- Lembrem-se de ter sempre com vocês material de desenho
- Lembrem-se de postar a pesquisa feita sobre o complexo da Pampulha

sexta-feira, 11 de março de 2016

Atividades para segunda - 14/03

- criar o blog e enviar o endereço, com nome completo, para professores.aia@gmail.com
- postar no blog o parágrafo escrito em aula sobre o texto Animação Cultural, de Vilém Flusser, complementando com as ideias apresentadas nos textos de dois colegas (que tenham afinidade com as suas e que se contraponham às suas)
- postar no blog parágrafo com reflexão sobre as diferenças entre arquitetura e vestuário, a partir da fala do Cabral
- levar material de desenho

Na segunda (14/03) faremos a visita ao Museu da Pampulha. O ônibus sairá da porta da Escola às 7h30. Para informar a visita solicitamos que os alunos façam uma pesquisa prévia (idealmente em grupos de 3 para discutirem e trocarem informações e opiniões). O objetivo é que vocês entendam o contexto do projeto. Sugerimos que vocês pesquisem sobre os cinco princípios da arquitetura moderna de Le Corbusier, sobre o arquiteto (Oscar Niemeyer), sobre a Pampulha e seus edifícios (principalmente o Cassino — atual Museu de Arte Moderna) e sobre outros aspectos contextuais do projeto da Pampulha e do Cassino (políticos, sociais, culturais, econômicos).


Referências da aula - 10/03

- Philip Glass, compositor da ópera Einsten on the Beach
- Cedric Price
- Irmãos Campana
- Flávio de Carvalho

quinta-feira, 10 de março de 2016

:: AIA – ATELIER INTEGRADO DE ARQUITETURA ::
Escola de Arquitetura da UFMG - 1º semestre de 2016


Fundamentação para o projeto de arquitetura e urbanismo I


Professores
José dos Santos Cabral Filho
Ana Paula Baltazar
Sandro Canavezzi
Guilherme Arruda

Colaboradores
Diego Fagundes
Isabel Medero


O objetivo geral do Atelier Integrado é permitir aos alunos recém-ingressos no Curso de Arquitetura uma abordagem inicial e panorâmica das questões fundamentais inerentes à prática da arquitetura e urbanismo. Juntamente a uma instrumentação básica nas áreas de representação gráfica, objetiva-se também enfatizar os processos criativos no uso dos instrumentos. Busca-se o desenvolvimento de postura crítica tanto para percepção quanto para proposição de espaços, além de desenvolvimento de linguagem própria de representação para lidar com projetos.

Por meio de atividades, workshops, leituras e discussão de textos e imersões em espaços fora da escola, a disciplina tem por intuito sensibilizar os alunos em quatro aspectos fundamentais na formação do arquiteto:


Percepção 
[o estranhamento - mudar o olhar sobre a arquitetura]

Imaginação 
[criatividade - aguçar a imaginação]

Produção 
[construção - exercitar a habilidade de experimentação]

Representação 
[escrever - registrar o objeto arquitetônico]


atividades:
  •  Desenho de observação, croquis, produção de imagens digitais
  •  Análise crítica de espaços arquitetônicos
  •  Discussão sobre formas de apropriar do espaço: flaneur, deriva, parcour, flash mob, rolezinho  e performance
  •  Proposição de performance - ocupação do corpo no espaço 
  •  Seminário de Desing de Interação e Debate sobre interatividade e virtualidade
  •  Elaboração do objeto interativo individual
  •  Elaboração de maquete física e digital
  •  Proposição de interfaces para intervenção espacial em grupo
  •  Caderno técnico representativo da intervenção
  •  Vídeo da intervenção


workshops:
  • Croquis
  • Mecanismos e Eletrônica
  • Sketch Up e fabricação digital para produção de objeto paramétrico
  • Arduino, Processing e Grasshopper 
  • Photoshop 
  • Editores de vídeo (Adobe Premiere) 
  • InDesign 


textos:



livro:


visitas/ imersões:
  • Museu de Arte - Pampulha (14/03)
  • Praça da Liberdade (28/03)
  • Parque das Mangabeiras (31/03)
  • Palácio das Artes (14/04) 
  • Inhotim (28/04)
  • Horto Florestal (12/05)